Greve total na <em>Emef</em>
O pessoal da Emef (Grupo CP) cumpriu segunda-feira à tarde duas horas de greve, «com uma adesão praticamente total», informou o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário.
A paralisação foi antecedida de plenários «em todos os locais de trabalho». No Entroncamento e no Barreiro, os trabalhadores deslocaram-se às câmaras municipais. No Porto, o protesto foi levado até ao Governo Civil.
«Com esta forte adesão, os trabalhadores da Emef demonstraram que não irão assistir de braços cruzados à falta de perspectivas em relação ao futuro» da empresa, refere a nota divulgada pelo SNTSF/CGTP-IN.
Num documento aprovado nos plenários, os trabalhadores da Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário reclamam «medidas concretas para a Emef, que lhe garantam o futuro e o desempenho cabal do seu papel no sector». Para tal, «é preciso que a CP assuma as suas responsabilidades» para «pôr a Emef na via do desenvolvimento em torno de projectos credíveis e mobilizadores de todos os que trabalham nesta empresa».
Nas reivindicações que motivaram a greve e para as quais são exigidas respostas rápidas, consta «uma nova política de recursos humanos». Esta deverá assentar, nomeadamente, na «competência, como factor de nomeações para os lugares de direcção e de administração»; na «manutenção dos postos de trabalho»; na «valorização dos salários e das condições de trabalho»; numa melhor regulamentação de carreiras profissionais; no «respeito pelos acordos firmados»; na garantia dos direitos (com particular actualidade para a garantia da dispensa trimestral, «nos termos do acordo de empresa em vigor»).
No documento previne-se que, «caso se mantenha o mesmo estado de indefinição» da empresa, a luta irá prosseguir. O sindicato e a CT ficaram mandatos para convocar novas acções, durante o mês de Junho.
A paralisação foi antecedida de plenários «em todos os locais de trabalho». No Entroncamento e no Barreiro, os trabalhadores deslocaram-se às câmaras municipais. No Porto, o protesto foi levado até ao Governo Civil.
«Com esta forte adesão, os trabalhadores da Emef demonstraram que não irão assistir de braços cruzados à falta de perspectivas em relação ao futuro» da empresa, refere a nota divulgada pelo SNTSF/CGTP-IN.
Num documento aprovado nos plenários, os trabalhadores da Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário reclamam «medidas concretas para a Emef, que lhe garantam o futuro e o desempenho cabal do seu papel no sector». Para tal, «é preciso que a CP assuma as suas responsabilidades» para «pôr a Emef na via do desenvolvimento em torno de projectos credíveis e mobilizadores de todos os que trabalham nesta empresa».
Nas reivindicações que motivaram a greve e para as quais são exigidas respostas rápidas, consta «uma nova política de recursos humanos». Esta deverá assentar, nomeadamente, na «competência, como factor de nomeações para os lugares de direcção e de administração»; na «manutenção dos postos de trabalho»; na «valorização dos salários e das condições de trabalho»; numa melhor regulamentação de carreiras profissionais; no «respeito pelos acordos firmados»; na garantia dos direitos (com particular actualidade para a garantia da dispensa trimestral, «nos termos do acordo de empresa em vigor»).
No documento previne-se que, «caso se mantenha o mesmo estado de indefinição» da empresa, a luta irá prosseguir. O sindicato e a CT ficaram mandatos para convocar novas acções, durante o mês de Junho.